terça-feira, 13 de dezembro de 2011

AMOR ETERNO



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AMOR ETERNO

Ouço seu riso no brilho das estrelas.
A magia da Lua que brilha, Cheia neste céu, revela-me o seu sentimento.
Onde estás agora?
Sinto o gosto da solidão penetrar-me cada célula do meu corpo, na falta do seu abraço.
Sou como prisioneira, na pior prisão que poderia existir: de portas e janelas abertas...
Dando a impressão de que a liberdade faz parte de minha existência. mas os grilhões dos sentimentos obscuros transvestidos de amor, não me deixam dar um passo... mal posso respirar!
E aos poucos, as verdadeiras intenções vão se revelando, por isto digo dos sentimentos obscuros...
Não há o que eu fazer!
Como anjo renegado e caído, julgado por esta sociedade de um moralismo falso, que se apraz em ver a infelicidade do outro ser, tenho as asas quebradas e não posso alçar vôo.
Anjo que passa as madrugadas, olhando as estrelas, para que o som do seu riso e o seu cheiro, que vem com a brisa suave, não o deixe morrer...
E por tudo, mesmo que o orvalho molhe-me os olhos e as asas, já pesadas, afirme pelo Universo, que este amor é eterno!


Kira, Penha Gonçales

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