domingo, 18 de dezembro de 2011

AMOR...


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AMOR…

Cedo ou tarde nos encontraremos
E todo o amor celebraremos
corpos colados
vidas entrelaçadas...
Não mais haverá despedida
Nosso amor será sem medida
Preencherá o universo
cantado em prosa e verso

Cedo ou tarde nos encontraremos
E das peripécias do tempo riremos
Pois brincou com nossas vidas
nos fez acreditar que o amor
Poderia nos causar apenas dor
Cedo ou tarde nos encontraremos
E nosso amor que é tão grande
Viveremos

Kira, Penha Gonçales



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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

FORA DE TEMPO



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FORA DE TEMPO

Insensato, ilógico, fora de tempo, voce ama.
E lei nenhuma pode ou poderá mudar isto!
Poderás viver e morrer com teu segredo, pois ela É!
Afirmo que te amo, Anjo.
Mas deves seguir o seu Côro e voar pelos seus caminhos…
Pois eu… Devo embarcar neste trem que está parado na estação; e, continuar seguindo a minha estrada… sem brilho, sem côr… sem amor.
Quem sabe um dia eu te encontre outra vez?
Ambos no mesmo tempo!
Quem sabe…
Um dia eu te encontre outra vez…


Kira, Penha Gonçales

AMOR ETERNO



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AMOR ETERNO

Ouço seu riso no brilho das estrelas.
A magia da Lua que brilha, Cheia neste céu, revela-me o seu sentimento.
Onde estás agora?
Sinto o gosto da solidão penetrar-me cada célula do meu corpo, na falta do seu abraço.
Sou como prisioneira, na pior prisão que poderia existir: de portas e janelas abertas...
Dando a impressão de que a liberdade faz parte de minha existência. mas os grilhões dos sentimentos obscuros transvestidos de amor, não me deixam dar um passo... mal posso respirar!
E aos poucos, as verdadeiras intenções vão se revelando, por isto digo dos sentimentos obscuros...
Não há o que eu fazer!
Como anjo renegado e caído, julgado por esta sociedade de um moralismo falso, que se apraz em ver a infelicidade do outro ser, tenho as asas quebradas e não posso alçar vôo.
Anjo que passa as madrugadas, olhando as estrelas, para que o som do seu riso e o seu cheiro, que vem com a brisa suave, não o deixe morrer...
E por tudo, mesmo que o orvalho molhe-me os olhos e as asas, já pesadas, afirme pelo Universo, que este amor é eterno!


Kira, Penha Gonçales

NÃO POSSO MAIS VOAR



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NÃO POSSO MAIS VOAR

Como posso escrever coisas lindas?
Meu coração está envolto em nuvens escuras de tristezas...
Minha alma mergulhou num mar de águas lamacentas e não consegue vir à tona.
Como posso escrever coisas belas?
Se o abraço que eu preciso tão distante está...
E o beijo que anseio em outras bocas foi morar?
Como posso escrever coisas que edifiquem?
Se meu ser foi sugado pela negritude de um lugar abissal...?
Queria poder voar!
Em outras galáxias poder estar.
Quem sabe lá eu pudesse encontrar o anjo que eu quero e poder ser feliz...
Mas sou anjo renegado!
De algum céu caído. Asas enegrecidas e quebradas...
Não posso mais voar.

Kira, Penha Gonçales

QUANTO MAIS EU FUJO


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QUANTO MAIS EU FUJO

Quanto mais eu fujo... mais me aproximo deste sentimento.
Por que tornou-se algo tão forte assim?
Não entendo! Sinceramente, desisti de entender.
Sua ausência tão presente...
Em cada poro, a lembrança sua.
Em cada suspiro, um pedaço de saudade.
Mas mesmo saindo milhares de pedaços, ela não acaba!
Fica cada vez maior...
Sua falta é presença constante em meus pensamentos, memória...alma, corpo.
Te amo.

Kira, Penha Gonçales